quinta-feira, 22 de junho de 2017

Um quantum de cultura


Este foi o comentário do meu amigo Paulo E. à posta anterior do Linguado. Não sei bem para quem era a indireta - desconfio que era para mim -, mas fica aqui como homenagem aos especialistas portugueses em incêndios florestais e proteção civil (que somos, bem entendido, quase todos, embora apenas alguns cobrem dinheiro para debitar estupidez e banalidade).

segunda-feira, 19 de junho de 2017

E agora, são apenas afetos?

Com ou sem alterações climáticas, estas coisas não são inevitáveis. Lá porque as matas ardem não têm que morrer pessoas. Ponto. Há, portanto, responsabilidades a apurar, políticas, de cidadania e técnicas. Não podemos ficar-nos pela união na dor e na solidariedade, pelo lamento, hipócrita ou sincero.
Mas não tenho esperança.  Quando vejo os governantes a autoelogiar-se e a dizer que se fez tudo o que era possível fazer, apenas consigo descortinar uma tentativa de limpar a própria imagem e de mudar de assunto. Não os creio, em absoluto, criminosos ou incompetentes. Apenas irresponsáveis e impotentes.


O Império da Água 5


domingo, 18 de junho de 2017

O Estado perto de nós

Ouvi hoje rasgados elogios ao Comando Operacional não sei de quê, em Oeiras, sobre uns incêndios florestais no Centro do país. Estou descansado. Afinal, é como saber-me seguro quando passo no Túnel do Marão, na A4: logo ali ao pé, em Almada, profissionais competentes vigiam, prontos a intervir sem demora. Naturalmente, tudo vai bem quando temos um Estado que se organiza no território em função da missão que tem que cumprir, não importando se as coisas ficam em Lisboa ou não. Oeiras e Almada são bem a prova disso.


Sou coerente


Agora vem tarde. Eu, baseado nuns estudos técnicos que fiz, já tinha decidido dar o meu apoio às candidaturas de Barcelona, Oslo, Milão, Paris, Slap e Estocolmo. Mantenho a minha posição.