quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

O outro J. Cid

Ontem morreu o pianista português João Balula Cid. Hoje, acordei com uma música do Trio Odemira na cabeça (Tu, só tu, Ana Maria.... Sim, Ana Maria, tu simplesmente desprezaste tanto amor que eu te deiiiii...).
Nada no Universo acontece por acaso. Aqui vos deixo com um momento de nostalgia musical: Balula Cid acompanhando a voz do Trio Odemira, Júlio Costa. Intenso.

Nas páginas do Público, a Nova Ordem

O alinhamento de algumas páginas do Público de hoje (toda a secção a que chamam «espaço público») é muito curioso. Talvez não haja ali mais do que uma coincidência (naquele jornal, como parece que as ordens vêm de fora, não há quem coordene verdadeiramente a linha editorial), mas o que pode significar o facto de termos, entre as páginas 44 e 48, um jornalista (Manuel Carvalho) a cascar em Passos Coelho e no PSD, dois conhecidos ativistas da nova esquerda (Joana Mortágua e Francisco Louçã) a pregar contra a ordem vigente, um empresário (Eugénio Kaspersky) a vender aos capitalistas uma polícia global para a Internet, desde que o seu patrão Putin possa comandá-la, um ex-dirigente do PCP (Domingos Lopes) a cascar no PCP, defendendo no partido mudanças que, vá lá, o aproximem mais do Bloco de Esquerda, um cartune sem piada (de Luís Afonso) a cascar em Passos Coelho e um académico-fundador desempregado (Rui Tavares) a cascar na chefe do governo do Reino Unido? No meio disto tudo, os conspiradores de Davos passam por anjinhos...





sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Sobre o jornalismo e seus derivados

Na sua crónica de hoje, no Público, António Guerreiro escreve um texto «ainda motivado pela identificação de uma “nova ignorância”, feita por José Pacheco Pereira». E é lapidar, pelo menos nestes pouco mais de cento e quarenta caracteres.

In: Sobre o jornalismo e seus derivados (António Guerreiro, Público, 13-01-2017)


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Nota: "opinão" é um erro que temos que desculpar, já que se trata do Público, o jornal que é a favor das consoantes mudas mas se está a cagar para as vogais.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Bad Cowboy, Golden Shower, 2013


Seth Gueko nasceu em França e tem ascendência italiana e russa. Em 2013 lançou um disco chamado Bad Cowboy, onde rapava este Golden Shower. Parece que este é o vídeo que os russos estão a usar para chantagear Trump. Só não viu, na devida altura, quem não quis.


#aculpaedasredessociais

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

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